Hoje e depois, regime por regime
A reforma troca os tributos sobre o consumo, e a alíquota é só um dos três termos da conta. Este comparativo põe lado a lado o Lucro Presumido e o Simples hoje e com a reforma, e marca como tal a parte que ainda depende de número.
Para quem é
- Profissional da saúde no Lucro Presumido que quer ver o que muda na própria conta.
- Quem está no Simples e precisa entender a diferença entre ficar na guia e apurar por fora.
- Quem leu que a reforma aumenta o imposto e quer saber de que isso depende.
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O que você vai encontrar
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Lucro Presumido: tributos separados
Hoje, PIS e Cofins somam 3,65%, mais ISS de 2% a 5% conforme o município: de 5,65% a 8,65% sobre a receita, sem crédito para quem paga você nem sobre o que você compra. Com a reforma, CBS e IBS entram no lugar dos três, com redução de 60% para serviço de saúde, crédito integral para quem paga você e crédito sobre o que for insumo da atividade.
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Simples Nacional: guia única
Tudo continua numa guia, com IBS e CBS dentro dela, ou apurados por fora, no regime regular. Na guia, o crédito de quem paga você segue limitado à parcela recolhida; no regime regular, ele é integral. A redução de 60% é regra do regime regular.
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Por que a coluna da direita não traz um número
A alíquota de referência de IBS e CBS só é fixada até o fim de 2026. Pela projeção oficial mais recente, o efetivo sobre serviço de saúde, já com a redução de 60%, ficaria por volta de 10% a 11%. É estimativa, não alíquota.
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O que a tabela não mostra
Dois termos que mudam de pessoa para pessoa. Quem fatura para hospital, clínica ou operadora transfere crédito; quem atende paciente pessoa física, não. E a clínica com estrutura tende a recuperar mais crédito do que o plantonista, que compra pouco para trabalhar.
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A metade que ninguém comenta
IRPJ e CSLL são tributos sobre o lucro, e a reforma não os substituiu. Equiparação hospitalar, a escolha entre pró-labore e distribuição de lucro e a comparação entre regimes continuam valendo como hoje.
Mais sobre reforma tributária
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Infográfico
O que já está marcado no calendário
A transição da reforma tributária de 2026 a 2033, a janela de março de 2027 para quem está no Simples e a regra dos 60% para serviços de saúde.
Ver o infográfico -
Guia em PDF
Decidir agora, ou esperar
Sete medidas que valem com qualquer alíquota, o que a regulamentação pendente impede e não impede, e quatro movimentos que parecem urgentes e não são.
Ver o material
O material responde a regra. O diagnóstico responde o seu caso
A conta certa depende do seu faturamento, da sua estrutura e do seu momento de carreira. No diagnóstico gratuito, um especialista olha esses números com você e mostra o que dá para ajustar com segurança.