Fator R: quando compensa e quando não
O Fator R troca um DAS mais barato por um pró-labore mais caro. Este guia põe os dois lados da conta lado a lado, com números, e mostra em que faturamento o Anexo III deixa de compensar.
Para quem é
- Profissional da saúde com CNPJ no Simples Nacional, decidindo quanto tirar de pró-labore.
- Quem ouviu que o Fator R reduz imposto e quer ver a conta inteira antes de mexer na folha.
- Quem está crescendo e precisa saber se a receita vai atravessar o ponto de virada.
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O que você vai encontrar
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O mecanismo, em uma conta
Folha mais pró-labore dividido pela receita bruta dos últimos doze meses. A partir de 28%, a atividade sai do Anexo V, que começa em 15,5%, e vai para o Anexo III, que começa em 6%. E por que comparar só essas duas alíquotas esconde metade da história.
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Os dois lados que se enfrentam
Um cenário de R$ 20 mil por mês com os números abertos: R$ 1.765 a menos de DAS contra R$ 666 a mais de INSS e Imposto de Renda. Mais de um terço da economia volta como custo do pró-labore.
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Onde a conta vira
Uma tabela de R$ 20 mil a R$ 100 mil por mês com a diferença entre os dois anexos. Entre R$ 60 mil e R$ 80 mil, o Anexo V passa a sair mais barato. E como ter funcionários empurra esse ponto para cima.
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O que examinar no seu caso
Três perguntas antes de mexer no pró-labore, sobre receita, folha e momento, e um quadro com o que olhar primeiro em quatro cenários comuns.
O material responde a regra. O diagnóstico responde o seu caso
A conta certa depende do seu faturamento, da sua estrutura e do seu momento de carreira. No diagnóstico gratuito, um especialista olha esses números com você e mostra o que dá para ajustar com segurança.