Pular para o conteúdo
Guia em PDF · 5 páginas

Fator R: quando compensa e quando não

O Fator R troca um DAS mais barato por um pró-labore mais caro. Este guia põe os dois lados da conta lado a lado, com números, e mostra em que faturamento o Anexo III deixa de compensar.

Para quem é

  • Profissional da saúde com CNPJ no Simples Nacional, decidindo quanto tirar de pró-labore.
  • Quem ouviu que o Fator R reduz imposto e quer ver a conta inteira antes de mexer na folha.
  • Quem está crescendo e precisa saber se a receita vai atravessar o ponto de virada.

Receba o material

Preencha os dados e o download libera aqui mesmo, logo depois do envio.

Carregando o formulário…

Seus dados estão seguros e não serão compartilhados. Sem spam.

o que tem dentro

O que você vai encontrar

  1. O mecanismo, em uma conta

    Folha mais pró-labore dividido pela receita bruta dos últimos doze meses. A partir de 28%, a atividade sai do Anexo V, que começa em 15,5%, e vai para o Anexo III, que começa em 6%. E por que comparar só essas duas alíquotas esconde metade da história.

  2. Os dois lados que se enfrentam

    Um cenário de R$ 20 mil por mês com os números abertos: R$ 1.765 a menos de DAS contra R$ 666 a mais de INSS e Imposto de Renda. Mais de um terço da economia volta como custo do pró-labore.

  3. Onde a conta vira

    Uma tabela de R$ 20 mil a R$ 100 mil por mês com a diferença entre os dois anexos. Entre R$ 60 mil e R$ 80 mil, o Anexo V passa a sair mais barato. E como ter funcionários empurra esse ponto para cima.

  4. O que examinar no seu caso

    Três perguntas antes de mexer no pró-labore, sobre receita, folha e momento, e um quadro com o que olhar primeiro em quatro cenários comuns.

depois da leitura

O material responde a regra. O diagnóstico responde o seu caso

A conta certa depende do seu faturamento, da sua estrutura e do seu momento de carreira. No diagnóstico gratuito, um especialista olha esses números com você e mostra o que dá para ajustar com segurança.

Carregando o formulário…