O dinheiro da empresa ainda não é seu
O dinheiro da empresa chega até você por dois caminhos, pró-labore e distribuição de lucros, e cada um cobra um preço diferente. O infográfico mostra R$ 10 mil saindo de uma empresa do Simples Nacional por cada caminho, o que fica no meio e o que cada um entrega.
Para quem é
- Quem tem CNPJ e ainda não sabe quanto tirar como pró-labore e quanto como lucro.
- Quem retira tudo como lucro porque é isento e não sabe o que deixa de ganhar.
- Quem precisa comprovar renda e quer saber qual retirada conta para isso.
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O que o infográfico mostra
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Pró-labore: R$ 7.482,81 na sua conta
Sobre R$ 10 mil incidem INSS de 11% até o teto, R$ 932,31, e IRRF pela tabela progressiva, R$ 1.584,88. Em troca, contribui para o INSS, com aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, conta para o Fator R, comprova renda em financiamento e locação, e é obrigatório para o sócio que trabalha na empresa.
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Distribuição de lucros: R$ 10.000 na sua conta
Nada incide até R$ 50 mil no mês. Acima disso, 10% de IRRF sobre o total. Mas o lucro não conta para o INSS nem para o Fator R, é aceito de forma bem mais restrita como comprovação de renda e só pode sair até o que a escrituração comprovar.
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O que a comparação não diz
Não se trata de escolher o caminho mais barato, e sim de acertar a proporção entre os dois. Pró-labore de menos derruba a aposentadoria e pode tirar a empresa do Anexo III, e lucro acima do apurado não é retirada isenta. A proporção certa depende do faturamento, da folha, do regime e do que você precisa comprovar de renda.
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A conta certa depende do seu faturamento, da sua estrutura e do seu momento de carreira. No diagnóstico gratuito, um especialista olha esses números com você e mostra o que dá para ajustar com segurança.